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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Divulgação de pesquisa: o uso e conhecimento da caderneta de saúde da pessoa idosa por estudantes de graduação na área de saúde.

"O Grupo de Pesquisa do CNPq/UFSCar 'Abordagem Funcional e multiprofissional em Gerontologia', do qual faz parte o Laboratório do Estudo da Dor e Funcionalidade no Envelhecimento (LADORFE/UFSCar) com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) lhe convida a participar da pesquisa "O USO E CONHECIMENTO DA CADERNETA DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA POR ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE".

A pesquisa é realizada pela aluna de graduação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar): Luana Rafaela Porcatti - bolsista FAPESP sob a orientação da Profª. Drª. Karina Gramani Say.

Se você é estudante de graduação da área da saúde e tem 18 anos ou mais, você pode participar!

A pesquisa é realizada no formato online por meio do preenchimento de um formulário. E, devido a tal caráter, a pesquisa foi planejada de forma que haja a proteção das informações coletadas, conforme recomendação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (CAAE: 42662321.0.0000.5504 - Parecer: 4.576.165)

O preenchimento do formulário (https://forms.gle/QS1isuNFZYDdfrh98) levará, no máximo, 10 minutos."

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Conteúdos de acesso aberto do Portal de Periódicos da CAPES podem ser visualizados de qualquer lugar

Além dos títulos assinados, que dependem de reconhecimento de IP, o Portal de Periódicos oferece um vasto conteúdo livre, acessível por qualquer cidadão que deseja realizar pesquisas

O Portal de Periódicos indexa informações científicas de todas as áreas do conhecimento. O acervo da biblioteca virtual da CAPES abrange conteúdos assinados e outros de acesso livre, estes disponíveis para qualquer pessoa conectada à internet em qualquer lugar do Brasil e do mundo.

Os materiais de acesso aberto são de alta relevância científica e possuem conteúdo confiável para pesquisa, seguindo o padrão de qualidade definido para o acervo do Portal de Periódicos.

Um exemplo é o Directory of Open Access Journals (DOAJ), que opera como um diretório online que indexa e fornece acesso livre a revistas científicas conceituadas, revisadas por pares e em diversas áreas do conhecimento. A plataforma reúne cerca de 9.500 publicações de 126 países, somando mais de 2.5 milhões de artigos.

Outra base de conteúdo aberto é a Free Medical Journals. A editora defende o acesso irrestrito ao conhecimento científico, com o prenúncio de que isso terá um grande impacto na prática médica. São mais de cinco mil títulos disponíveis, distribuídos em tópicos que englobam especialidades da medicina.

Um terceiro exemplo é o Scientific Electronic Library Online (Scielo – Brasil). Além de uma ampla coleção de livros nacionais, o diretório oferece busca integrada de artigos de vários países: África do Sul, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Espanha, México, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. Os números registrados são de 1.249 periódicos, 39.651 fascículos, 573.525 artigos e 13.005.080 citações.

Para localizar as publicações livres o usuário pode utilizar qualquer ferramenta de busca do Portal de Periódicos ou, se não souber onde encontrá-las, é possível filtrar uma lista com esse conteúdo.

Basta entrar na opção Buscar base e clicar na aba “busca avançada”. No campo “tipo”, selecione “Sites com periódicos de acesso gratuito”. Depois é só clicar em “enviar” e conferir os links disponíveis.

Fonte: CAPES

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Cientistas desenvolvem 'segunda pele' para esconder rugas e olheiras

Cientistas nos Estados Unidos desenvolveram uma película elástica e invisível que pode ser aplicada à pele para diminuir a aparência de rugas e pele flácida abaixo dos olhos e olheiras.

A 'segunda pele' mantem a hidratação e parece melhorar
 a elasticidade da pele natural
Depois de uma série de pequenos testes, a revista especializada Nature Materials informou que essa "segunda pele" é aplicada sobre a pele da pessoa e, quando ela seca, forma uma película que "imita as propriedades da pele jovem".

Por enquanto a película está sendo usada em testes apenas como um produto cosmético.

Mas os cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) afirmam que essa "segunda pele" poderá ser usada no futuro como protetor solar ou como uma forma de ministrar medicamentos a pacientes através da pele.

Protótipo

A equipe de cientistas americanos testou o protótipo em alguns voluntários aplicando a fórmula da região abaixo dos olhos, nos antebraços e pernas.

O polímero polissiloxano foi sintetizado usando moléculas de silicone e oxigênio. O composto foi criado para imitar a pele humana e fornecer uma camada protetora e permeável.

Segundo os pesquisadores, a película temporária mantém a hidratação da pele e ajuda a aumentar sua elasticidade.

Em um dos testes, a pele foi beliscada por um tempo e depois solta, para verificar-se o quanto tempo ela demorava para voltar a sua posição normal.
A pele abaixo do olho esquerdo foi coberta com o polímero;
a pelo abaixo do olho direito não foi coberta

Com o envelhecimento, a pele perde firmeza e elasticidade e, com isso, o desempenho nesse tipo de teste fica pior.

A parte da pele que foi coberta com o polímero ficou mais elástica do que a pele sem a película. E, a olho nu, a parte com a película parecia mais macia, firme e menos enrugada.

"Há muitos desafios em desenvolver uma segunda pele que seja invisível, confortável e eficaz para manter a hidratação", afirmou Robert Langer, que liderou o trabalho no MIT.

"Ela precisa ter as propriedades óticas certas, ou não vai ter uma boa aparência, e precisa ter as propriedades mecânicas certas, ou não vai ter a força certa e não vai desempenhar seu papel corretamente."

"Estamos muito animados com as oportunidades que são apresentadas como resultado deste trabalho e ansiosos para desenvolver mais esses materiais, para melhorar o tratamento a pacientes que sofrem de várias doenças de pele", acrescentou.

Segundo os pesquisadores, a película pode ser usada o dia todo sem causar irritação e resiste ao suor e à chuva.

Por enquanto ainda são necessários mais estudos para determinar a eficácia desta segunda pele, e o polímero aguarda aprovação de órgãos reguladores.

Tamara Griffiths, da Associação Britânica de Dermatologistas, afirmou que, apesar dos resultados promissores, ainda é preciso fazer mais testes.

"Os resultados (com o) polímero parecem ser comparáveis aos de uma cirurgia, mas sem os riscos. É preciso fazer mais pesquisas, mas esta é uma abordagem nova e promissora para um problema comum. Vou acompanhar o desenvolvimento (da película) com interesse", afirmou.

Por Michelle Roberts
Editora de Saúde do site da BBC

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Nova espécie do gênero humano é descoberta na África do Sul

Um grupo de pesquisadores apresentou nesta quinta-feira (10) na África do Sul os remanescentes fósseis de um primata que podem ser de uma espécie do gênero humano desconhecida até agora.
A criatura foi encontrada na caverna conhecida como Rising Star (estrela ascendente), 50 km a nordeste de Johanesburgo, onde foram exumados os ossos de 15 hominídeos. O primata foi batizado de Homo naledi. Em língua sotho, "naledi" significa estrela, e Homo é o mesmo gênero ao qual pertencem os humanos modernos.
Os fósseis foram encontrados em uma área profunda e de difícil acesso da caverna, na área arqueológica conhecida como "Berço da Humanidade", considerada patrimônio mundial pela Unesco. Por se situar num depósito sedimentar onde as camadas geológicas se misturam de maneira complexa, os cientistas ainda não conseguiram datar o primata descoberto, que poderia ter qualquer coisa entre 100 mil e 4 milhões de anos.
 
Em 2013 e 2014, os cientistas encontraram mais de 1.550 ossos que pertenceram a, pelo menos, 15 indivíduos, incluindo bebês, adultos jovens e pessoas mais velhas. Todos apresentavam uma morfologia homogênea e pertenciam a uma "nova espécie do gênero humano que era desconhecida até então".
O Museu de História Natural de Londres classificou a descoberta como extraordinária.
"Alguns aspectos do Homo naledi, como suas mãos, seus punhos e seus pés, estão muito próximos aos do homem moderno. Ao mesmo tempo, seu pequeno cérebro e a forma da parte superior de seu corpo são mais próximos aos de um grupo pré-humano chamado australopithecus", disse Chris Stringer, pesquisador do Museu de História Natural de Londres, autor de um artigo sobre o tema que acompanhou o estudo de Berger, publicado no periódico científico eLife.
 
A descoberta pode permitir uma compreensão melhor sobre a transição, há milhões de anos, entre o australopiteco primitivo e o primata do gênero homo, nosso ancestral direto.
Se for muito antiga, com mais de 3 milhões de anos, a espécie teria convivido com os australopitecos, anteriores ao gênero homo. Se for mais recente, com menos de 1 milhão de anos, é possível que tenha coexistido com os neandertais -- primos mais próximos do Homo sapiens -- ou até mesmo com humanos modernos.
Os trabalhos que levaram à descoberta foram patrocinados pela National Geographic Society, dos EUA, e pela Fundação Nacional de Pesquisa da África do Sul.
 
 
 

terça-feira, 21 de julho de 2015

Depois de Plutão, 6 projetos que devem revolucionar a forma como vemos o espaço

Agência Europeia e Nasa têm planos de enviar sondas para o Sol, as luas de Júpiter e até para redirecionar asteroides.
Na semana passada, a comunidade científica mundial presenciou uma das missões espaciais mais fascinantes dos últimos tempos: depois de viajar por mais de nove anos, a sonda New Horizons, da Nasa, se aproximou de Plutão e capturou imagens que mostram o planeta anão como nunca antes.
O momento mais emocionante já passou, mas a missão está longe de sua conclusão. Nos próximos 16 meses a nave, agora a caminho de outros objetos que estão no cinturão de asteroides de Kuiper, vai continuar enviando tudo o que registrar durante a expedição. A interpretação destes dados pode demorar anos.
Mas, além deste projeto, há outros que prometem surpreender os cientistas nos próximos anos: 
A missão ExoMars visa descobrir, basicamente, se há ou já existiu vida em Marte. Trata-se se um programa conjunto entre a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e a Roscosmos, a agência russa.
Se já existiu vida em Marte, o mais provável é que isto ocorreu nos primeiros bilhões de anos depois da formação do planeta, quando sua superfície era mais quente e úmida do que no presente.
Em 2016, a ESA vai enviar uma nave para pegar amostras da atmosfera marciana e, em 2018, enviará um veículo de seis rodas que pode perfurar o solo chegando até dois metros de profundidade, para buscar eventual matéria orgânica preservada da intensa radiação que o planeta recebe em sua superfície.
Ainda não foi definido o local exato do pouso do veículo, mas será em uma área que mostre evidências de erosão por água no passado.
Se a missão Rosetta - bem-sucedida em seu objetivo de pousar em um asteroide - já parecia ambiciosa, esta será ainda mais.
O plano da Missão de Redirecionamento de Asteroides (ARM, na sigla em inglês), da Nasa, consiste em identificar, capturar e fazer o traslado de um asteroide para uma órbita ao redor da Lua para que astronautas, no futuro, possam se aproximar e obter amostras.
A missão ainda está na fase de planejamento, mas se conseguir o financiamento, começará em 2020.
A análise destas rochas espaciais pode fornecer dados importantes sobre a origem do Sistema Solar, segundo os defensores do projeto.
Por outro lado, a missão contribuiria para o desenvolvimento da tecnologia que poderia ser útil para desviar qualquer asteroide perigoso que chegue perto demais da Terra, de acordo com os cientistas.
A Nasa tem em vista seis possíveis asteroides, apesar de a agência ainda não ter decidido como o escolhido será capturado. Uma das possibilidades inclui até envolver a rocha em uma bolsa inflável.
A ESA também tem previsão de enviar em 2022 uma nave para estudar as luas geladas de Júpiter.
A nave, que demorará cerca de oito anos para chegar, sobrevoará Calisto e Europa antes de pousar em Ganimedes, a maior lua do Sistema Solar.
Ganimedes é a única lua do Sistema Solar que gera seu próprio campo magnético.
A sonda fará observações durante três anos. Os cientistas acreditam que abaixo da capa gelada destes satélites de Júpiter existam oceanos de água líquida.
Com a data de lançamento prevista para 2018, a sonda Solar Orbiter (também da ESA) será a primeira a chegar mais perto do Sol, orbitando a apenas 42 milhões de quilômetros da estrela.
Naquela região a intensidade da radiação solar é 13 vezes superior à registrada na Terra e as temperaturas podem chegar aos 520 graus.
Ela fará fotografias e medições desde a órbita interna do planeta Mercúrio para obter dados que permitam conhecer melhor a dinâmica do Sol.
A missão visa aprofundar os conhecimentos sobre o funcionamento do Sol e sua influência sobre a vizinhança, especialmente o modo como gera e acelera o fluxo de partículas carregadas que envolvem o resto dos planetas.
A nave Orion, da Nasa, está projetada para levar até seis astronautas até as profundezas do espaço.
O objetivo final é levar o homem a Marte até o meio da década de 2030.
 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cientistas querem usar plantas para carregar celular

Ao armazenar elétrons produzidos pela fotossíntese das plantas, pesquisadores querem carregar bateria de celular. Cientistas da universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, estudam formas de transformar a energia produzida por plantas em "paineis solares biológicos".
O grupo também investiga como algas marinhas podem ser usadas como fonte de energia.
Por enquanto, o processo, que aproveita os elétrons armazenados pela fotossíntese, ainda é muito lento. Mas no futuro, cientistas acreditam que será possível criar jardins que fornecerão energia renovável e barata.
 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pesquisa japonesa mostra que contato visual ajuda a criar vínculo com cães

“O olhar é a linguagem do coração.” Dessa forma, William Shakespeare mostrou que a expressão dos afetos se dá não por palavras — “cheias de falsidade ou de arte”, escreveu o bardo —, mas pelos olhos. Cerca de quatro séculos mais tarde, a ciência dá razão ao inglês. O contato visual tem o poder de estabelecer fortes vínculos, e não apenas entre pessoas. Um estudo japonês, publicado na edição de hoje da revista Science, sugere que o amor sentido por humanos em relação a seus cachorros se deve, em grande parte, à troca de olhares. E mais: o sentimento parece ser recíproco.
A partir de experimentos feitos com cães e seus tutores, os cientistas mostraram que a troca de olhares aumenta — nos bichos e nos humanos — a produção do hormônio ocitocina, já apontado como fundamental para fortalecer os laços entre mães e filhos. Os autores do trabalho acreditam que essa reação orgânica é resultado de um processo evolutivo conjunto iniciado na época da domesticação, iniciada há cerca de 35 mil anos.

A suspeita de que a ocitocina poderia desencadear nos cachorros um efeito semelhante ao que ocorre no organismo dos humanos já existia, mas a nova pesquisa conseguiu aprofundar o tema e obter resultados mais sólidos. “Nós já publicamos outros trabalhos em que o olhar do cão para o proprietário aumentou o nível de ocitocina, mas se tratava só de uma via, do cão para humano. Nesse estudo, exploramos a comunicação mútua entre o ser humano e os cães”, conta ao Correio Takefumi Kikusui, pesquisador da Universidade de Azabu, no Japão, e coautor do estudo.

Desta vez, os cientistas pediram para que cães e tutores ficassem por 30 minutos em um quarto, onde tinham todos os comportamentos (fala, emissão de sons, toques e trocas de olhares, por exemplo) monitorados e medidos. Depois, foram colhidas amostras de urina da dupla, enviadas para exame. Os resultados mostraram que, quanto maior o contato visual, mais altos eram os níveis de ocitocina detectados. “Esse hormônio age sobre o cérebro, provavelmente no sistema límbico, para facilitar a comunicação de ligação em uma relação de ‘parentesco’, estimulada pelo olhar. O interessante é que esse comportamento de conexão funciona para os seres humanos não apenas com outros de sua espécie”, afirma Tafekumi.

Fonte: Correio Brasiliense: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2015/04/17/interna_ciencia_saude,479729/pesquisa-japonesa-mostra-que-contato-visual-ajuda-a-criar-vinculo-com.shtml

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Brasileiros descobrem três espécies 'minúsculas' de caranguejeiras

Uma equipe de pesquisadores do Brasil descobriu três novas espécies de aranhas caranguejeiras com hábitos noturnos e tamanhos que não ultrapassam os três centímetros de comprimento. A descrição dos aracnídeos foi feita na revista científica “ZooKeys”.

O trabalho é do biólogo Rogerio Bertani, do Laboratório de Ecologia e Evolução do Instituto Butantan, em São Paulo, Paulo Motta, da Universidade de Brasília (UNB), além de dois estudantes.
As espécies pertencem ao gênero Fufius, existente na região que vai desde a Guatemala até parte do estado de São Paulo.  No novo estudo foram descritas a F. minusculus, F. jalapensis e a F. candango.
Os animais foram capturados com a ajuda de armadilhas montadas no meio da mata. São espécies raras de serem vistas, vivem em túneis abaixo do solo construídos por elas e revestidos com teias – uma característica única e ainda pouco estudada.
De hábito noturno, costumam comer insetos e até outras aranhas, desde que tenham tamanhos menores aos seus. Ainda não se sabe se possuem venenos que apresentem perigo aos homens.
A F. minusculus pode medir até um centímetro. A F. jalapensis, encontrada na região do Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins, pode alcançar até três centímetros de comprimento. Já a F. candango, capturada na região de Brasília (por isso o nome candango, apelido dos que ajudaram a construir a capital federal), pode medir até dois centímetros.
Para se ter uma ideia de quão pequenas elas são, uma caranguejeira theraphosa blondi (espécie que ganhou o nome popular, e assustador, de aranha-golias-comedora-de-pássaros), chega a medir até 26 centímetros -- é considerada a maior aranha do mundo.

Já as caranguejeiras mais comuns, aquelas que podem ser vistas em filmes (de cor preta e com pelo), têm, em média, 20 centímetros de comprimento.
 
Leia mais: G1Globo

 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Bases de dados para avaliação

Prezados usuários do Sistema de Bibliotecas;

Estão disponíveis para teste, por tempo limitado, os recursos eletrônicos abaixo relacionados. Os leitores que desejarem poderão testá-los gratuitamente. As avaliações que nos forem enviadas deverão servir de subsídio para a possível assinatura destas bases.

O acesso está relacionado ao IP da Universidade, ou seja, elas só poderão ser acessadas através da rede da UFF.

Agradecemos a colaboração de todos.

E-books da Editora Zahar

Usuário: uffzahar
Senha: uffzahar

E-books da Editora Atheneu

Usuário: uffatheneu
Senha: uffatheneu

Para entrar em contato ou solicitar mais informações: sandra@ndc.uff.br

Fonte: SDC


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cientistas conseguem armazenar informação digital em estrutura de DNA

Processo envolveu a conversão dos 0 e 1 da informação digital no alfabeto de quatro letras do código genético

Associated Press

NOVA YORK - Ele é capaz de armazenar a informação de 1 milhão de CDs em um espaço menor que um dedo mindinho e mantê-la segura por séculos. É uma nova engenhoca eletrônica? Não, é o DNA. Como o material genético há muito guarda toda a informação necessária para fazer plantas e animais, cientistas estão dizendo que ele também pode ajudar a lidar com a crescente necessidade de armazenamento de dados da sociedade da informação.

Nesta terça-feira, 23, pesquisadores relataram na revista Nature que salvaram todos os 154 sonetos de Shakespeare, uma foto, um artigo científico e um arquivo de som de 26 segundos do discurso em Martin Luther King Jr. disse “eu tenho um sonho”. Tudo isso coube em um pedaço de DNA sintético quase invisível a olho nu, guardado em um tubo de ensaio.

O processo envolveu a conversão dos 0 e 1 da informação digital no alfabeto de quatro letras do código genético. Após o DNA sintético ser criado, máquinas “leram” suas moléculas e recuperaram a informação. Esse processo durou duas semanas, mas avanços tecnológicos estão diminuindo esse tempo, afirmou o autor do estudo, Ewan Birney, do Instituto Europeu de Bioinformática, em Hinxton, Inglaterra.

Segundo os pesquisadores, o DNA seria útil para guardar grandes quantidades de informação que precisam ser armazenadas por um longo período de tempo, mas que não necessitam ser recuperadas com frequência - por exemplo, por arquivos e bibliotecas, sugere um coautor da pesquisa, Nick Goldman. E guardar o DNA seria relativamente simples, dizem: basta colocá-lo num lugar frio, seco e escuro.

Perspectiva. Talvez em uma década, afirmou Goldman, pode ser possível que consumidores guardem por 50 anos, em DNA, fotos de casamento ou vídeos endereçados a seus futuros netos.

Os cientistas disseram que não têm a intenção de injetar esse DNA em seres vivos e negam a possibilidade desse material acidentalmente se tornar parte do código genético de um ser vivo, por causa do seu esquema de codificação.

Segundo Sriram Kosuri, pesquisador da Universidade Harvard que faz pesquisas na mesma área, por ora limitações técnicas vão impedir que o DNA “substitua o seu disco rígido”.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Está no ar a Hemeroteca Digital Brasileira


Cinco milhões de páginas digitalizadas à disposição dos interessados. Assim é a Hemeroteca Digital Brasileira, lançada oficialmente na última semana e disponível para consulta gratuita no site da Biblioteca Nacional.

A Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a Hemeroteca Digital Brasileira, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos - jornais, revistas, anuários, boletins etc. - e de publicações seriadas.

Na Hemeroteca Digital Brasileira pesquisadores de qualquer parte do mundo passam a ter acesso, inteiramente livre e sem qualquer ônus, a títulos que incluem desde os primeiros jornais criados no país - como o Correio Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro, ambos fundados em 1808 - a jornais extintos no século XX, como o Diário Carioca e Correio da Manhã, ou que não circulam mais na forma impressa, caso do Jornal do Brasil.

Entre as publicações mais antigas e mesmo raras do século XIX estão, por exemplo, O Espelho, Reverbero Constitucional Fluminense, O Jornal das Senhoras, O Homem de Cor, Marmota Fluminense, Semana Illustrada, A Vida Fluminense, O Mosquito, A República, Gazeta de Notícias, Revista Illustrada, O Besouro, O Abolicionista, Correio de S. Paulo, Correio do Povo, O Paiz, Diário de Notícias, e também os primeiros jornais das províncias do Império.

Quanto ao século XX, podem ser consultadas revistas de grande importância como Careta, O Malho, O Gato, Revista da Semana, Klaxon, Revista Verde, Diretrizes e jornais que marcaram fortemente a história da imprensa no Brasil, como A Noite, Correio Paulistano, A Manha, A Manhã e Última Hora.

Periódicos de instituições científicas também compõem um segmento especial do acervo já disponível. São alguns deles os Annaes da Escola de Minas de Ouro Preto, O Progresso Médico, a Revista Médica Brasileira, os Annaes de Medicina Brasiliense, o Boletim da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, a Revista do Instituto Polytechnico Brasileiro, a Rodriguesia: revista do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Jornal do Agricultor, entre muitos outros. O pesquisador pode consultar também outras modalidades de publicação, como o Boletim da Illustríssima Câmara Municipal da Corte, os Relatórios dos Presidentes das Províncias (no Império) o Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia, a Revista do Archivo Público Mineiro, a Gazeta dos Tribunaes: dos juízes e factos judiciaes, do foro e da jurisprudência (Rio de Janeiro) etc.

A consulta, possível a partir de qualquer aparelho conectado à internet, é plena e avançada. Pode ser realizada por título, período, edição, local de publicação e palavra(s). A busca por palavras é possível devido à utilização da tecnologia de Reconhecimento Ótico de Caracteres (Optical Character Recognition - OCR), que proporciona aos pesquisadores maior alcance na pesquisa textual em periódicos. Outra vantagem do portal é que o usuário pode também imprimir em casa as páginas desejadas.

Além da chancela do Ministério da Cultura, a Hemeroteca Digital Brasileira é reconhecida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e tem o apoio financeiro da Finep, o que tornou possível a compra dos equipamentos necessários e a contratação de pessoal para a sua criação e manutenção. Neste momento do lançamento do portal - julho de 2012 -, são cinco milhões de páginas digitalizadas de periódicos raros ou extintos à disposição dos pesquisadores, número que se multiplicará com a continuidade da reprodução digital.


(Informações da Biblioteca Nacional)

Matéria extraída do Jornal da Ciência
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