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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial - 26/4

A data, instituída pela Lei nº 10.439/2002, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença.
A hipertensão é caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial, acima de 140×90 mmHg (milímetro de mercúrio), popularmente conhecida como 14/9 – o primeiro número se refere à pressão máxima ou sistólica, que corresponde à contração do coração; o segundo, à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa.
A hipertensão arterial pode ser primária, quando geneticamente determinada ou secundária, quando decorrente de outros problemas de saúde, como doenças renais, da tireoide ou das suprarrenais. É fundamental diagnosticar a origem do problema, para que seja introduzido o tratamento adequado.
Sintomas: Tontura, falta de ar, palpitações, dor de cabeça frequente e alteração na visão podem ser os sinais de alerta, entretanto, a hipertensão geralmente é silenciosa, sendo importante medir regularmente a pressão arterial.
Principais causas: Obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento estão associados ao desenvolvimento da hipertensão. O sobrepeso e a obesidade podem acelerar em até 10 anos o aparecimento da doença. O consumo exagerado de sal, associado a hábitos alimentares não adequados também colaboram para o surgimento da hipertensão.
Tratamento e cuidados após o diagnóstico: A hipertensão, na grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. Nem sempre o tratamento significa o uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, com mudança de hábitos alimentares, redução no consumo de sal, atividade física regular, não fumar, moderar o consumo de álcool, entre outros.
Complicações: As principais complicações da hipertensão são derrame cerebral, também conhecido como AVC, infarto agudo do miocárdio e doença renal crônica. Além disso, a hipertensão pode levar a uma hipertrofia do músculo do coração, causando arritmia cardíaca. O tratamento da hipertensão, de forma continua, amplia a qualidade e a expectativa de vida.
Prevenção e controle:
- manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
- não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
- praticar atividade física regular;
- aproveitar momentos de lazer;
- abandonar o fumo;
- moderar o consumo de álcool;
- evitar alimentos gordurosos;
- controlar o diabetes.


sexta-feira, 31 de maio de 2019

Dia Mundial sem Tabaco

Hoje é comemorado o Dia Mundial sem Tabaco e segundo pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, desde 2006 o consumo do tabaco caiu de 15,7% para 10,1% em 2017. 

Ainda segundo o Ministério da Saúde, a frequência do consumo do tabaco entre os fumantes caiu 36% no mesmo período. Esse resultado é devido as ações do Governo Federal que compõem o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), criado em 1986 e coordenado pelo Ministério da Saúde através do INCA. Esse programa tem por objetivo: "reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco no Brasil seguindo um modelo lógico no qual ações educativas, de comunicação, de atenção à saúde, junto com o apoio a adoção ou cumprimento de medidas legislativas e econômicas, se potencializam para prevenir a iniciação do tabagismo, principalmente entre adolescentes e jovens; para promover a cessação de fumar; e para proteger a população da exposição à fumaça ambiental do tabaco e reduzir o dano individual, social e ambiental dos produtos derivados do tabaco."  

Aproveitando a data, também gostaríamos de divulgar para quem interessar possa, a biblioteca do Programa Nacional do Controle do Tabagismo, aqui, você consegue encontrar uma série de materiais relacionados ao tabagismo: livros, cartazes, apresentações de PowerPoint e etc. em diversos formatos (PDF, word, Excel, entre outros) . Entra lá e diz pra gente o que você achou! Você consegue encontrar ela aqui: https://www.inca.gov.br/programa-nacional-de-controle-do-tabagismo/publicacoes?title=Cigarro&field_tipo_de_arquivo_value%5B%5D=pdf&field_ano_value=All&field_tipo_de_publicacao_tid%5B%5D=829

Alguns outros links que possam te interessar: 



#DiaMundialSemTabaco

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Dia Nacional da Vacinação

A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil prevenir uma doença do que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem. Elas protegem o corpo humano contra os vírus e bactérias que provocam vários tipos de doenças graves, que podem afetar seriamente a saúde. A vacinação não apenas protege aqueles que recebem a vacina, mas também ajuda a comunidade como um todo. Quanto mais pessoas de uma comunidade ficarem protegidas, menor é a chance de qualquer uma delas – vacinada ou não – seja contaminada.
No Brasil existe o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Em 40 anos de existência, o PNI se destacou por ser um dos melhores programas de imunização do mundo e vem atuando na ampliação da prevenção, no combate ao controle e erradicação de doenças, além de disponibilizar diversas vacinas à população. São oferecidos gratuitamente 42 tipos de imunobiológicos utilizados na prevenção e/ou tratamento de doenças, incluindo 25 vacinas.
Atualmente, o Brasil é um dos países que oferece o maior número de vacinas à população, disponibilizando mais de 300 milhões de doses anuais de imunobiológicos, entre vacinas, soros e imunoglobulinas. Atualmente, 96% das vacinas oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são produzidas no Brasil ou estão em processo de transferência. Isso porque o país tem um parque produtor de vacinas e imunobiológicos. Um importante patrimônio do país que o coloca em situação privilegiada e vantajosa em relação a outros países do mundo, e ainda possibilita o desenvolvimento científico e tecnológico.
É importante destacar que as vacinas não são necessárias apenas na infância. Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mulheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou logo após o parto (tétano), podem causar doenças graves ou até a morte de seus bebês. Os profissionais de saúde, as pessoas que viajam muito e outros grupos de pessoas, com características específicas, também têm recomendações para tomarem certas vacinas.
Além da erradicação de doenças, o PNI vem controlando, por meio da vacinação, o tétano neonatal, formas graves da tuberculose, difteria, tétano acidental e coqueluche. O Ministério da Saúde realiza três campanhas fixas (contra poliomielite, de atualização da caderneta, influenza) por ano para incentivar e conscientizar a população sobre a importância da vacina, especialmente aos grupos prioritários, entre esses as crianças. A cobertura vacinal, nos últimos dez anos, foi de 95%, na média, para a maioria das vacinas do calendário infantil e em campanhas.
O esforço para imunizar a população está dando resultados. O Brasil alcançou a erradicação da poliomielite e da varíola, e a eliminação da circulação do vírus autóctone do sarampo, desde 2000, e da rubéola, desde 2009. Também foi registrada queda acentuada nos casos e incidências das doenças imunopreveníveis, como as meningites por meningococo, difteria, tétano neonatal, entre outras.

terça-feira, 24 de março de 2015

No Dia Mundial de Combate à Tuberculose, saiba um pouco mais sobre essa doença

A data foi criada em 1982 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrida em 24 de março de 1882, pelo médico Robert Koch. 

Segundo estimativas da OMS, um terço da população mundial está infectada pelo Mycobacterium tuberculosis  e em risco de desenvolver a doença. Há cerca de 8,8 milhões de doentes e 1,1 milhões de mortes por ano no mundo.

O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 82% do total de casos de tuberculose no mundo. Embora seja uma doença passível de ser prevenida, tratada e mesmo curada, ainda mata cerca de 4,7 mil pessoas todos os anos no Brasil.

Cada paciente com tuberculose pulmonar que não se trata, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. Alguns fatores contribuem para a disseminação da doença, tais como a pobreza e má distribuição de renda, a AIDS, a desnutrição, as más condições sanitárias e a alta densidade populacional. 

Sinais e sintomas

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer órgãos como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Pessoas com AIDS, diabetes, insuficiência renal crônica, desnutridas, idosos doentes, alcoólatras, dependentes de drogas e fumantes são mais propensos a contrair a tuberculose.

De acordo com o Ministério da Saúde, os sinais e sintomas mais frequentes são:
- Tosse seca ou com secreção por mais de três semanas, podendo evoluir para tosse com pus ou sangue;
- Cansaço excessivo e prostração;
- Febre baixa geralmente no período da tarde; 
- Suor noturno;
- Falta de apetite;
- Emagrecimento acentuado;
- Rouquidão.

Alguns pacientes, entretanto, não exibem nenhum indício da doença, enquanto outros apresentam sintomas aparentemente simples, que não são percebidos durante alguns meses. Pode ser confundida com uma gripe, por exemplo, e evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas.

A transmissão da tuberculose é direta, de pessoa a pessoa. O doente expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotículas de saliva que podem ser aspiradas por outro indivíduo. 

Prevenção e tratamento

A vacina BCG é obrigatória para menores de um ano, pois protege as crianças contra as formas mais graves da doença. A melhor forma de prevenir a transmissão da doença é fazer o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento adequado o mais rápido possível. Com 15 dias após iniciado o tratamento, a pessoa já não transmite mais a doença. O tratamento deve ser feito por um período mínimo de 6 meses, diariamente e sem nenhuma interrupção. O tratamento só termina quando o médico confirmar a cura total do paciente.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

No Dia de Combate ao Estresse, saiba um pouco sobre este mal que atinge tantas pessoas

De acordo com os médicos, o estresse é uma reação natural do ser humano e surge em situações de tensão ou medo. Pode desencadear reações como nervosismo, mau humor e até a violência. Quando acontece esporadicamente, é natural. O problema, dizem os especialistas, é quando vira rotina.

O psiquiatra Kleber Meneghel Vargas diz que as pessoas não devem dar tanta importância para os pequenos problemas do cotidiano. "Uma forma que converso com o paciente é assim: essa situação, daqui a um período, vai ser importante? E as pessoas muitas vezes observam que, aquela situação que parece o fim do mundo, não vai ter repercussão nenhuma daqui uma semana, um mês, ou um ano", conta Vargas.

Entre os problemas enfrentados por pacientes estressados, segundo o psiquiatra, estão as dificuldades no trabalho, alteração de sono, de apetite, e atitudes violentas. Ainda de acordo com Vargas, o estresse por ser o sintoma de algo mais grave. "Muitas vezes, essa pessoa é portadora de problemas psiquiátricos como depressão, ansiedade, distinia, até problemas mais sérios como transtorno bipolar. O mau humor crônico, a irritabilidade crônica, muitas vezes são patologias", afirma.

O neurolinguista Assis Silva dá dicas para quem precisa reduzir os níveis de estresse. "Sente em uma cadeira, solte o ar e vai relaxando o corpo. Inspire e relaxe os ombros. Isso pode ser feito várias vezes ao dia", diz.

Publicado originalmente em: G1

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Saúde ocular: confira sete dicas para não ter problemas de visão

No Dia Mundial da Saúde Ocular confira a matéria que achamos especial para esse dia.

É celebrado  hoje, 10 de julho, o dia Dia Mundial da Saúde Ocular. Sendo assim, especialistas recomendam cuidados especiais para um dos sentidos mais importantes do organismo. "A visão requer ações preventivas para evitar ou minimizar, ao máximo, problemas futuros como glaucoma e catarata", alerta o oftalmologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Wilmar Silvino. 

Segundo dados recentes da Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB), 258 milhões de pessoas no mundo têm algum problema de visão. Cerca de 80% delas poderiam evitar a situação se tomassem alguns cuidados básicos. "A identificação e o tratamento precoce, somado à conscientização das pessoas, são ferramentas poderosas contra a cegueira", reforça Silvino. 

Para sempre enxergar bem e não ter maiores problemas, confira algumas dicas do especialista para manter a saúde ocular em dia: 

Leve as crianças ao oftalmologista antes dos três anos, mesmo que elas não apresentem nenhum sintoma aparente. Isso porque micro desvios, que não são perceptíveis para leigos podem levar à atrofia do nervo ótico. "Depois dessa idade, esse processo é irreversível", analisa o médico. 

Caso note algum problema na visão dos pequenos, mesmo em recém-nascidos, não hesite em procurar a ajuda de um especialista. Os problemas mais comuns são: desvio de um dos olhos; e manchas brancas no centro dos olhos. 

Todas as pessoas acima dos 40 anos devem fazer visitas periódicas ao oftalmologista. "Após essa idade, o organismo começa uma linha degenerativa, que inclui o tecido ocular", informa Silvino. Nessa faixa etária, os problemas mais comuns são: sinais de hipertensão arterial; diabetes; e o glaucoma, que é a degeneração de nervo ótico. 

No caso de pessoas diabéticas ou hipertensas, a recomendação é ir ao especialista a cada seis meses. Isso evitaria as consequências dessas doenças que levam à cegueira. 

Não durma com lentes de contato, mesmo que o fabricante garanta que isso é possível. "Durante o sono, pode ocorrer perfuração da córnea sem que o paciente perceba", alerta o especialista. 

Não compre óculos prontos em farmácia, aeroportos e camelôs. Além de terem exatamente o mesmo grau para as duas lentes, o que é difícil ocorrer no dia a dia, eles não corrigem o astigmatismo. Os sintomas de que algo está errado são: sonolência, ardência nos olhos e falta de rendimento no trabalho. 

Nunca tome sol diretamente nos olhos. Use boné e óculos com absorção ultravioleta - que tem efeito cumulativo e provoca, entre outros problemas, catarata e degeneração macular da retina.

Fonte: Bonde

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dia Nacional de Doação de Órgãos: único doador pode salvar até dez pessoas

Mesmo com baixo potencial de doadores, o Brasil é o segundo país do mundo em número de transplantes realizados por ano, sendo mais de 90% pelo sistema público de Saúde



Nesta sexta-feira (27) comemora-se o Dia Nacional de Órgãos e Tecidos.

De cada oito potenciais doadores de órgãos, apenas um é notificado. Ainda assim o Brasil é o segundo país do mundo em número de transplantes realizados por ano, sendo mais de 90% pelo sistema público de Saúde. O resultado positivo é devido, principalmente, a três fatores:

1. O programa nacional de transplantes tem organização exemplar. Cada Estado tem uma Central de Notificação, Captação e distribuição de Órgãos que coordena a captação e a alocação dos dos órgãos, baseada na fila única, estadual ou regional.

2. Para realizar transplante é necessário credenciamento de equipe no Ministério da Saúde. A maioria destas equipes é liderada por médico com especialização no exterior, obtido graças ao investimento público na formação de profissionais em terapia de alta complexidade.

3. Hoje mais de 80% dos transplantes são realizados com sucesso, reintegrando o paciente à sociedade produtiva.

O potencial doador cadáver

Considera-se como potencial doador todo paciente em morte encefálica. No Brasil, o diagnóstico de morte encefálica é definido pela Resolução CFM n° 1480/97, devendo ser registrado, em prontuário, um Termo de Declaração de Morte Encefálica que descreva todos os elementos do exame neurológico que demonstrem ausência dos reflexos do tronco cerebral, bem como o relatório de um exame complementar que assegure esse diagnóstico.
Morte encefálica.

Morte encefálica e coma não são sinônimos. No estado de coma o encéfalo está vivo, executando suas funções de manutenção da vida. Na morte encefálica, apenas o coração pode continuar batendo, em razão de seu marcapasso próprio, e por pouco tempo, o suficiente para o aproveitamento de órgãos saudáveis para transplante. O diagnóstico definitivo da morte encefálica é corroborado por exames que demonstrem a ausência de fluxo sangüíneo intracraniano.

Quem pode ser doador de órgãos após a morte?

Para ser doador após a morte não é necessário portar nenhuma documentação, mas é fundamental comunicar à própria família o desejo da doação posto que, após o diagnóstico de morte encefálica, a doação só se concretiza após a autorização dos familiares, por escrito, o que, na dependência do órgão a ser transplantado, exige, por vezes, rapidez. Coração, pulmões, fígado e pâncreas só podem ser transplantados se removidos após a morte encefálica e antes da parada cardíaca; a retirada de córneas e ossos pode ser feita até 6 horas após a parada cardíaca; e, no caso dos rins, o limite é de um máximo de 30 minutos após a parada cardíaca.

Quem pode ser doador vivo?

Em princípio, o doador vivo é uma pessoa, em boas condições de saúde, capaz juridicamente, ou seja, maior de 21 anos e que concorde com a doação, não existindo um limite superior de idade. Por lei, pais, irmãos, filhos, avós, tios, primos de primeiro grau e cônjuges podem ser doadores, desde que haja compatibilidade entre o sistema ABO do receptor e dos possíveis doadores. Os doadores não parentes só podem doar em condições especiais, após liberação judicial, conforme dita a lei n° 10211.

Como posso ser doador?

Hoje, no Brasil, para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Basta comunicar sua família do desejo da doação. A doação de órgãos só acontece após autorização familiar.

Que tipos de doador existem?

Doador vivo - Qualquer pessoa saudável que concorde com a doação. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores; não parentes, somente com autorização judicial.

Doador cadáver - São pacientes em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com morte encefálica, geralmente vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgico como qualquer outra cirurgia.

Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador cadáver?

Coração, pulmão, fígado, pâncreas, intestino, rim, córnea, veia, ossos e tendão.

Para quem vão os órgãos?

Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.

Como posso ter certeza do diagnóstico de morte encefálica?

Não existe dúvida quanto ao diagnóstico. O diagnóstico da morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos de diferentes áreas examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar.

Após a doação o corpo fica deformado?

Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.

Fonte: O Tempo

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Dia Nacional de Controle da Asma

Dia 21.06 é celebrado o Dia Nacional de Controle da Asma. Doença pulmonar caracterizada por inflamação crônica das vias aéreas que precisa de tratamento e acompanhamento médico constante para ser combatida.

Informativo da Unimed Brasil lista as principais orientações para controle da Asma:

1.Informação - O controle adequado da asma dependerá do melhor conhecimento da doença pelo paciente e pela família e de seguir as orientações do médico.


2.Exercícios físicos - Uma vez que a asma é diagnosticada e tratada corretamente, o paciente consegue levar uma vida normal e até fazer exercícios físicos. Inclusive, essa prática é estimulada mesmo que haja necessidade de uso de medicamento antes de realizá-la, como pode acontecer na asma induzida por exercícios.

3.Higiene - Além do tratamento com medicamentos inalatórios para prevenção e alívio das crises de asma, medidas de higiene do ambiente devem ser realizadas para diminuir ao máximo o contato do paciente com os fatores desencadeantes de crise como poeira, mofo etc.
4.Vacinas - As vacinas antialérgicas reduzem a necessidade de remédios, pois diminuem a resposta às substâncias que causam alergia. A vacina antigripal também é recomendada, pois faz com que o asmático fique menos vulnerável a esta patologia.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Dia Nacional de Prevenção da Alergia

Com a chegada do inverno e o crescente aumento do índice de poluição nas grandes cidades é hora de ficar alerta para as manifestações alérgicas e os cuidados com a saúde. É com este intuito que celebra-se anualmente, no dia 07 de maio, o Dia Nacional de Prevenção da Alergia, data que chama a atenção da população para a importância da prevenção, diagnóstico e tratamento de cada tipo de alergia.

Segundo dados da WAO (World Allergy Organization), as doenças alérgicas afetam de 30% a 40% da população mundial, sendo que as mais comuns são a rinite e a asma. Somente estas afetam em torno de 10% a 20% da população e 80% dos indivíduos com asma têm rinite alérgica.

O fator que mais contribui para a ocorrência de rinite alérgica é a predisposição familiar, mas outros como os poluentes, substâncias químicas (perfumes, tintas, produtos de limpeza, inseticidas), ácaros e pelos de animais domésticos também podem irritar as vias aéreas, agravar a inflamação e os sintomas que, em geral, são corrimento nasal semelhante à coriza, espirros, coceira e obstrução nasal.

Por ser um processo inflamatório da mucosa nasal decorrente de uma reação exagerada a uma ou mais substâncias, chamadas de alérgenos, a rinite não tem cura, mas é possível mantê-la sempre sob controle. A asma também não tem cura, é uma doença crônica na maioria das vezes de origem alérgica familiar, portanto, deve ser acompanhada pelo médico ao longo da vida do paciente, mesmo naqueles períodos em que não há crises agudas da doença.

Para evitá-la, medidas simples como dar preferência a pisos que possam ser limpos com um pano úmido (pelo menos uma vez por dia), manter a casa arejada e ventilada, evitar o uso de tapetes, cortinas, carpetes, bichos de pelúcia e o contato com cães e gatos, tirar cobertores e tudo que não é utilizado com frequência do guarda-roupas e usar aspiradores com filtro ao invés de vassouras e espanadores que espalham muito a poeira.

Fonte: Blog da Saúde

terça-feira, 2 de abril de 2013

Dia do Autismo: projeto de lei prevê diagnóstico precoce em creches

"Um projeto de lei já aprovado pela Câmara de Vereadores do Rio, mas que ainda aguarda sanção do prefeito Eduardo Paes, institui ações de vigilância precoce do autismo nas crianças atendidas em creches e unidades da rede básica de saúde do município, especialmente na faixa etária de seis meses a dois anos.

A medida, se posta em prática, vai ser festejada nas duas caminhadas programadas para o próximo domingo (7), no calçadão do Leblon e em Sulacap, em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado nesta terça-feira (2). Também em homenagem à data, ainda hoje a Prefeitura do Rio vai iluminar de azul as fachadas do Cristo Redentor, da Catedral Metropolitana e da Câmara Municipal.

Segundo especialistas, a detecção do transtorno — que causa prejuízo na interação social e na aquisição da linguagem — nos anos iniciais traz ganhos consideráveis para o desenvolvimento para a criança, desde que a descoberta seja seguida de acompanhamento adequado, com tratamento terapêutico associado à escolaridade. Em reportagem publicada ontem no GLOBO, familiares de crianças autistas reclamaram da dificuldade em conseguir vaga em escolas regulares da rede pública e privada. Mãe de Matheus, de 13 anos, Célia da Silva, observou também que a matrícula, em geral, não determina uma inclusão de fato, por falta de infraestrutura e atendimento apropriado nas instituições de ensino.

A discussão sobre o projeto de lei 1090/2011, de autoria do vereador Paulo Messina (PV), resultou na criação de uma experiência-piloto. Iniciada em agosto do ano passado, a parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a PUC-Rio - por meio da professora Carolina Lampreia, doutora em Psicologia Clínica – possibilitou a aplicação de um questionário em crianças atendidas nas creches municipais. O instrumento aponta riscos de desenvolvimento atípico, característica comum no autismo. Uma vez diagnosticadas, as crianças deverão ser cadastradas num censo único da Prefeitura. Não há dados nacionais sobre a incidência do transtorno no país. Sabe-se que a prevalência média internacional é de 1% da população.

Elaborado na Holanda, o questionário é constituído por 14 perguntas, que podem ser respondidas simplesmente com “sim” ou “não”. Os dados coletados foram encaminhados para a pesquisadora da PUC-Rio em novembro e estão em fase de tabulação. Números preliminares, relativos a creches da primeira até a sexta Coordenadoria Regional de Educação (Crer), revelam que dos 1.579 questionários aplicados pelos professores em 114 creches foram detectados riscos de desenvolvimento atípico em 152 crianças. Considerando apenas as crianças de 12 a 24 meses, foram rastreados 45 casos suspeitos. Os 107 restantes foram de crianças acima desta faixa etária.

— O teste foi usado para capacitar professores, para que possam identificar sinais de risco de autismo. Durante o curso de capacitação, professores disseram que tinham crianças maiores de 24 meses que poderiam ser autistas, pelas características apresentadas. E pediram para aplicar o questionário nelas também — detalha Carolina, observando que as 107 crianças suspeitas apresentaram riscos de desenvolvimento atípico.

Segundo ela, 300 professoras articuladoras das creches municipais participaram de uma capacitação para aplicação do questionário. Elas fizeram um curso de oito horas, no qual receberam orientações sobre o conceito de autismo, a identificação precoce e sobre o próprio questionário. Depois, retornaram para as suas unidades e repassaram os ensinamentos para as demais professoras, usando como apoio um manual e um DVD.

— Há poucas pessoas capacitadas para a identificação precoce. Ouve-se muito falar de pais que percebem algo estranho no filho, levam para o pediatra e eles dizem que não é nada. Com isso, um tempo precioso de intervenção passa... Não é nem culpa deles, é do currículo, que simplesmente não apresenta o autismo.

Acompanhamento integrado

Professora de Educação Especial da UFF, a doutora em psicologia Dayse Serra concorda que a dificuldade de diagnóstico está associada à formação generalista dos pediatras. Ela alerta ainda para a importância do rastreamento de irmãos, quando um caso na família é diagnosticado, por causa do componente genético do transtorno, e enfatiza a necessidade de um acompanhamento integrado, após a detecção do autismo.

— Quando a gente fala de política pública, não estamos falando só de educação, mas de integração. Não adianta o pediatra detectar com nove meses, um ano, e não ter creche para absorver essa criança e interagir com a área de saúde.

Autor do projeto de lei, Messina avalia que o trabalho de diagnóstico precoce vai orientar a educação inclusiva no município:

— Essa ação é essencial para que os pais sejam informados, e a prefeitura consiga entrar com trabalhos de educação e orientação já nas creches e nos postos de saúde, seja pela mão do pediatra, seja pela mão do educador. Temos uma boa chance de pegar todas crianças, pois vamos cercar os dois lados. Em um segundo momento, essas duas parte têm que conversar, trabalhar entre si. As experiências de sucesso ainda são muito tímidas, e há dezenas de milhares de crianças com autismo. Então, são protótipos, que já deveriam ter virado projeto de fato.

Subsecretária de Educação, Helena Pomeny avalia que o rastreamento nos anos iniciais é fundamental, pois amplia as chances de um melhor desenvolvimento da criança. Sobre as dificuldades relatadas por pais de autistas em relação à inclusão na rede regular, destaca:

— A gente tem alunos incluídos. E pretendemos que todos sejam incluídos, mas com qualidade. Essa ação de detecção precoce tem que ser um alerta para a gente ter noção do que está acorrendo dentro da rede. Qualquer tratamento tende a ter um sucesso maior a partir daí".

quinta-feira, 26 de julho de 2012

No Dia Mundial Contra a Hepatite saiba onde buscar atendimento para o tratamento de hepatite no Rio


Veja os exames necessários e onde encontrar os remédios. Vírus das hepatites são responsáveis por inflamação do fígado.

A coluna de saúde do Bom Dia Rio desta quarta-feira (25) falou sobre os vírus das hepatites A, B, C, D e E, responsáveis pela inflamação do fígado. Eles podem provocar hepatites agudas, fulminantes ou crônicas.

Veja abaixo onde buscar atendimento para o tratamento desta doença, que representa um grave problema de saúde pública mundial.

Santa Casa de Misericórdia:

Ambulatório de Hepatologia - Agendamentos de segunda a sexta, de 9h às 17h, pelo número (21) 2220-9649.
Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro
Rua Santa Luzia, nº 206 - Centro (RJ)
0800 025 7007 / (21) 2297-6611
faleconosco@santacasarj.org.br <mailto:faleconosco@santacasarj.org.br>

Secretaria Municipal de Saúde do Rio:

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, todas as unidades de atenção primária, postos de saúde e CTAs (Centro de Testagem Anônima) realizam testes para o diagnóstico da doença. Caso o resultado seja positivo, o paciente é encaminhado para tratamento em uma das policlínicas da rede.

Secretaria Estadual de Saúde:

Para ter acesso a medicamentos gratuitos para hepatite C, o paciente deve se cadastrar no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado de Saúde. Para isso, ele deve ter o Laudo para Solicitação de Medicamentos (LME) e a Prescrição Médica, ambos fornecidos pelo médico de unidade pública de saúde. Unidades particulares também podem fornecer os documentos, desde que estejam no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

São necessários ainda os seguintes exames: biópsia, carga viral, genotipagem e hemograma completo com contagem de plaquetas. Também são exigidos o documento de identidade, o Cartão Nacional do SUS e o comprovante de residência. Cada Laudo para Solicitação de Medicamentos tem validade de três meses. Para a continuidade do tratamento é necessário a cada três meses um novo laudo junto com a prescrição médica.

Depois, o paciente deve se dirigir a uma unidade de cadastro com a documentação. Caso não consiga se dirigir a alguma dessas unidades, o paciente pode recorrer a um procurador. Se os documentos estiverem corretos, a retirada dos medicamentos é autorizada na unidade em que foi feito o cadastro.

O fornecimento dos medicamentos do Componente Especializada da Assistência Farmacêutica segue uma normativa definida pelo Ministério da Saúde, e as etapas são obrigatórias. No entanto, a Secretaria de Estado de Saúde busca constantemente a otimização desse processo, a fim de melhor atender a população.


As unidades de referência para o tratamento de Hepatite C são o Hospital dos Servidores Federais, Hospital da Lagoa, o Hospital Federal de Bonsucesso e os Hospitais Universitários.

O estado do Rio de Janeiro também dispõe de Centros de Testagem e Aconselhamento para DST/Aids e hepatites virais, onde a população pode fazer o teste rápido que identifica a doença. Lá, as pessoas podem esclarecer dúvidas e receber orientação de onde devem dar continuidade ao tratamento da doença na rede pública de saúde. Os Centros (CTA) podem ser encontrados nos endereços abaixo:

- CTA Gaffrée e Guinle
Hosp. Univ. Gaffrée e Guinle
Rua Mariz e Barros, 775 - Tijuca
Tel.: 2568-9760 R-226 / 2264-4118
2568-4244

- CTA Hosp. Escola São Francisco de Assis - HESFA
Av. Presidente Vargas, 2863 - Praça Onze
Tel.: 2293-2255 / 2273-9073

- CTA Madureira
Unid. Integrada de Saúde Herculano Pinheiro
Av. Ministro Edgar Romero, 276 B
Tel.: 3390-0180 R-235

- CTA Rocha Maia
Hosp. Mun. Rocha Maia
Rua General Severiano, 81 - Botafogo
Tel.: 2295-2295 / 2295-2095 R-234

- CTA Campos
Rua Conselheiro Otaviano, 241
Tel.: (22) 2734-4923 / 2733-3335 / 2733-0088

- CTA Duque de Caxias
Rua General Argolo, s/nº - Centro
Tel.: 2671-7659 R-221

- CTA Itaboraí
Policlínica de Especialidades
Rua Prefeito Álvaro Pinto, s/nº
Tel.: 2635-2062

- CTA Macaé
Rua Velho Campos, 354 - Centro
Tel.: (22) 2765-4459

- CTA Mesquita
Rua Paraná, 557 - Centro
Tel.: 3763-9800 / 2797-9242

- CTA Niterói
Praça Vital Brasil, s/nº
Tel.: 2610-8975 / 2711-2366

- CTA Nova Iguaçu
CMS Dr. Vasco Barcelos
Rua Bernardino de Mello,1895
Tel.: 2768-5921

- CTA São Gonçalo
PAM Neves
Rua Joã Pereira Dias, s/nº
Tel.: 2624-5756

- CTA São João de Meriti
Centro de Saúde Dr. Aníbal Viriato de Azevedo
Rua Pastor Joaquim Rosa, s/nº - Vilar dos Teles
Tel.: 3755-5525

- CTA Volta Redonda
Rua Dionera Faria,329- Aterrado
Tel.: (24) 3339-2061 /9460

Fonte: G1

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres

Dia 6 de dezembro comemora-se o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, data instituída pelo governo do ex-presidente Lula. A comemoração faz parte das atividades da 21ª Campanha Internacional 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero.

Neste dia, os homens são convidados a usar branco em homenagem às mulheres vítimas de violência doméstica no Brasil e ao Massacre da Escola Politécnica de Montreal, em Quebec, no Canadá, em 1989. Quatorze estudantes foram mortas e 13 feridas por um algoz que odiava feministas.

A Campanha Brasileira do Laço Branco tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a eqüidade de gênero , através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.

Como tudo começou?

No dia 6 de dezembro de 1989, um rapaz de 25 anos (Marc Lepine) invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Monteral, Canadá. Ele ordenou que os homens (aproximadamente 48) se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Gritando: “você são todas feministas!?”, esse homem começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, à queima roupa. Em seguida, suicidou-se. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a idéia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino. 

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país, gerando amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência gerada por esse desequilíbrio social. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem homens que cometem a violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.

Lançaram, assim, a primeira Campanha do Laço Branco (White Ribbon Campaign): homens pelo fim da violência contra a mulher. Durante o primeiro ano da Campanha, foram distribuídos cerca de 100.000 laços entre os homens canadenses, principalmente entre os dias 25 de novembro e 6 de dezembro, semana que concentra um conjunto de ações e manifestações públicas em favor dos direitos das mulheres e pelo fim da violência. O dia 25 de novembro foi proclamado pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), órgão das Nações Unidas, como Dia Internacional de Erradicação da Violência contra a Mulher. O dia 6 de dezembro foi escolhido para que a morte daquelas mulheres (e o machismo que a gerou) não fosse esquecida.

Trabalhando junto a diversos órgãos das Nações Unidas, particularmente o UNIFEM, e em parceria com organizações de mulheres, esta Campanha também foi implementada em diferentes países, ao longo das duas últimas décadas: na Ásia (Índia, Japão e Vietnã), Europa (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal), África (Namíbia, Quênia, África do Sul e Marrocos), Oriente Médio (Israel), Austrália e Estados Unidos. 

No Brasil, algumas iniciativas começaram a ser delineadas em 1999. Com objetivo de ampliar cada vez mais nossa rede, em 2001 realizamos o lançamento oficial da Campanha, promovendo diferentes atividades, entre elas: distribuição de laços brancos, camisetas e folhetos informativos, realização de eventos públicos, caminhadas, debates, oficinas temáticas, entrevistas para jornais e revistas, coleta de assinaturas e termos de adesão à campanha etc. Essas atividades foram desenvolvidas em parceria com diferentes instituições, particularmente organizações do Movimento de Mulheres.


Confira aqui a lei que institui o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres no Brasil: 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

Em 1987, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), a Assembléia Mundial de Saúde decidiu transformar 1o de dezembro no Dia Mundial de Luta contra a AIDS para reforçar a solidariedade com as pessoas portadoras do vírus HIV.

Desde então, todo ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) escolhe o grupo social que registra o maior número de casos de HIV/AIDS e define estratégias para uma campanha de sensibilização da opinião pública.

No Brasil, a homenagem vigora desde 1988 a partir de uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde que, seguindo o exemplo da OMS, elabora uma campanha a cada ano para alertar a população sobre os avanços da doença.

Fonte: IBGE


Confira aqui a lista de eventos em comemoração ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS: http://www.aids.gov.br/eventos
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